Domando a mente: Quem é o verdadeiro inimigo?

Trecho do livro "Percorrendo o caminho da compaixão" Sem subjugar o adversário, que é a sua própria raiva,ao combater inimigos externos estes apenas se multiplicarão.Portanto, com um exército de amor e compaixão,Domar a própria mente é a prática do bodhisattva. A raiva é o nosso verdadeiro inimigo. É um obstáculo que liquida as causas dos estados mais elevados de nascimento e a excelência suprema, que é a liberação. Se não a domarmos, os inimigos externos irão simplesmente se multiplicar. Aumentarão na mesma proporção que tentarmos derrotá-los. Eles podem representar um perigo às nossas vidas e à nossa habilidade de manter qualquer um...

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Eliminar o negativo (para o último dia do ano)

Eliminar o negativo O outro lado de enfatizar o positivo é eliminar o negativo. Uma maneira interessante de fazê-lo com crianças maiores, adolescentes e adultos é escrever em tiras de papel as qualidades negativas das quais gostaria de se livrar e queimá-las na lareira. Nossa família tem um ritual de véspera de Ano Novo que consiste em queimar todas as qualidades negativas que gostaríamos de não possuir. Acendemos um grande fogo em nossa lareira, pegamos alguns papeis e lápis, e todo mundo escreve em pedaços de papel as qualidades negativas que atravancaram nosso caminho de felicidade durante o ano que...

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Saiba o seu "porquê" (Trecho do livro "Sentar tipo Buda")

1º PASSO: SAIBA O SEU “PORQUÊ” Sempre que alguém me diz que está querendo meditar eu pergunto: “Por quê?”. Às vezes a pessoa fica surpresa – talvez ela achasse que eu ficaria simplesmente em êxtase ao descobrir que ela está minimamente interessada no assunto. (Na maioria dos casos, eu realmente fico. Aí eu faço minha incrível cara de jogador de pôquer.) Mas o que eu descobri é que, se a pessoa não tiver clareza sobre o motivo de querer meditar, ela vai descobrir muito rapidamente que a meditação não é algo necessariamente fácil e, logo, logo, se sentirá desencorajada e...

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Renúncia (trecho do livro "No coração da vida")

Renúncia Renúncia, em tibetano, é nge jung. Nge jung exprime o sentido de deixar um lugar, definitivamente. Significa sair. Em tibetano, “renúncia” não tem a mesma conotação que no inglês, em que pode haver dor envolvida. Em inglês, por exemplo, se diz: ele renunciou à pátria, ele renunciou à riqueza, ele renunciou ao patrocínio. Há sempre um sentimento de desistência, mas com um tom de arrancar pela raiz. Em outras palavras, “renúncia” dá a sensação de virar as costas com pesar a algo que é desejável. Por isso, nos círculos budistas, quando alguém diz: “Você tem que renunciar a alguma...

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Presos no mundo conceitual (trecho do livro "Buda rebelde")

Presos no mundo conceitual Se nos distraímos, o mundo conceitual nos toma por inteiro. É uma situação bem triste. Não podemos nem mesmo curtir um dia ensolarado, com as folhas sacudindo ao vento. Temos que rotular e, assim, passamos a viver com conceitos de sol, de vento, de folhas que se movem. Se apenas conseguíssemos deixá-los onde estão, não seria tão ruim, mas isso nunca acontece. A partir deles começa: “Ah, que legal, é tão bom estar aqui. É tão bonito, mas seria ainda melhor se o Sol estivesse brilhando daquele ângulo.” Quando caminhamos assim, não somos nós caminhando; é...

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Se você indaga o que acontece quando um ente querido morre (Guia do coração partido)

Abaixo, um trecho do livro "Guia do coração partido", de Lodro Rinzler   Serei o primeiro a admitir que não sei nada sobre o que acontece depois da morte. A morte eu conheço bem. Uma porcentagem significativa de seres que amei já morreu. Estou escrevendo esta seção específica do livro um dia depois da minha amada cachorra ter morrido. Estou aqui sentado, processando, e a pergunta que surge, uma que não sei responder, é: o que acontece com ela agora? Não sei. Eu deveria seguir a linha do partido budista e dizer que ela vai renascer em um dos seis...

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