Morte, divórcio e impermanência

Morte, divórcio e impermanência

Uma conversa que ocorreu entre duas mulheres americanas descreve essa relação íntima entre as formas de morte física e imaterial. Uma das mulheres veio me ver logo depois que seu único filho, de 20 anos, morreu após uma overdose acidental. Falamos sobre maneiras de ajudá-la a viver com essa perda trágica. Cerca de dois anos depois, a melhor amiga dessa mulher se viu passando por um divórcio muito doloroso.
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Essa mente que temos agora é a nossa única esperança de despertar

Essa mente que temos agora é a nossa única esperança de despertar

Essa mente que temos agora é a nossa única esperança de espertar, não interessa o quão ruim ela pareça ou o quão mal, vez ou outra, nós possamos nos sentir. Ela é o nosso único bem, a nossa reserva de capital. É a única coisa que temos para possibilitar nossa liberdade. 
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