Retrospectiva 2016

Por Vítor Barreto
em 02 Janeiro, 2017
Retrospectiva 2016

Olá!

2016 foi um ano especial para a Lúcida Letra. Foram muitos livros maravilhosos em pouco tempo. É um grande desafio, mas o apoio recebido ajudou a Lúcida Letra a praticamente dobrar o catálogo.

 

 (foto de Maria Navarro)

Abril

Em abril houve o lançamento do livro A gata do Dalai Lama e a arte de ronronar. A continuação do romance da gatinha adotada pelo Dalai Lama continua encantando pessoas de todo o Brasil e apresentando os ensinamentos budistas de forma leve e bem-humorada.

Maio

Em maio foi a vez do primeiro livro de Sua Santidade o Dalai Lama lançado pela Lúcida Letra: Além de religião. Com tiragem de 2000 exemplares, impressão em azul sobre papel off-white, o livro foi muito bem recebido e alcança muitas pessoas, especialmente aquelas sem conexão com a religião.

Julho

Em julho tivemos a honra de receber Yongey Mingyur Rinpoche no Brasil. Ele veio dar ensinamentos e lançar o livro Alegre sabedoria, em SP e no RJ. Foi um grande sucesso e a primeira tiragem de 1000 exemplares acabou rapidamente!

Na ocasião foi feita uma entrevista com o Rinpoche, pela equipe do site O Lugar. Você pode conferir os dois primeiros vídeos da entrevista na página do livro aqui.

Agosto

Além do materialismo espiritual, um grande clássico do budismo, esgotado há quase 30 anos, volta às prateleiras. O livro essencial de Chögyam Trungpa foi lançado em uma linda edição, com direito a uma caligrafia exclusiva de Fábio Rodrigues na pré-venda.

Outubro

Em outubro, lançamos a primeira biografia pela editora. A caverna na neve conta a história de vida de Jetsunma Tenzin Palmo, autora do livro mais vendido da Lúcida Letra (No coração da vida).

Novembro

Novembro foi o mês em que lançamos Meditação em ação para crianças. Esse livro levou bastante tempo para ser lançado e é um xodó. Ter no catálogo uma obra que ajudará tantos pais e professores é motivo de muita alegria!

Meditação em ação para crianças

Saiba mais sobre esse lindo livro aqui.

Dezembro

No último mês do ano, sai a segunda tiragem do livro A Lua no espelho. O livro estava esgotado já há um tempo e foi ótimo poder atender muitos leitores e leitoras que aguardavam essa obra sobre o Prajna Paramita.

Além dos lançamentos, houve a nova tiragem do livro Buda Rebelde, uma matéria sobre a Lúcida Letra na Revista Alma, o lançamento de vários textos sobre budismo na nossa revista no Medium. Caramba, que ano!

Para 2017 já há vários lançamentos programados e alguns livros precisarão ter novas tiragens impressas. Muito trabalho pela frente!

Obrigado pelo carinho e pelo apoio :-)

Um abraço grande,
No Darma,

Vítor Barreto
Editor

Meditação de contemplação da mudança

Por Vítor Barreto
em 02 Janeiro, 2017
Meditação de contemplação da mudança

A contemplação da mudança

O livro A mente serena traz práticas que podemos incorporar em nossas vidas e usa uma linguagem acessível para qualquer pessoa, mesmo as que não têm nenhum conhecimento sobre budismo ou meditação. Hoje selecionei um trechinho pra vocês. É uma parte do capítulo Meditações de contemplação.
 

       Usamos as seguintes palavras para que nossas mentes fiquem atentas à natureza da mudança. Podemos recitá-las em voz alta ou lê-las silenciosamente, enquanto pensamos em seu sentido:

 

  • Tudo que nasce necessariamente morre.
  • Tudo que for acumulado um dia será consumido.
  • Toda reunião se dispersará.
  • Toda construção um dia cairá.
  • Os amigos podem mudar.
  • Os inimigos podem mudar.
  • A felicidade vai mudar.
  • O sofrimento vai mudar.
  • Os conceitos vão mudar.
  • As emoções vão mudar.
  • O que quer que tenha acontecido ontem hoje é um sonho.
  • O que quer que vivenciemos hoje amanhã será um sonho.
     Nessa parte da meditação nos lembramos de que o que vemos como constante em nossas vidas ou dentro de nós mesmos é só uma projeção de nossas mentes. Pensemos num relacionamento duradouro: podemos percebê-lo como constante e sólido, mas a cada dia ele cresce e muda, enquanto as emoções de dois indivíduos se unem vez após vez. Quando nos conscientizamos de que a mudança é constante, a aceitamos melhor, ficamos mais flexíveis e adaptáveis. Desenvolvemos nossa mente para ela ser aberta às oportunidades, mais ágil e mais receptiva. Podemos também usar essa prática para compreender que, se estamos passando por tempos difíceis, eles não serão permanentes, e, assim, nossas reações habituais podem ser mais facilmente superadas. Quando alguém nos deixa com muita raiva, não precisamos, necessariamente, nos agarrar a ela, podemos nos soltar no fluxo do rio e mudarmos de atitude. Ou quando  cometemos um erro no trabalho, poderemos ficar presos na culpa e na vergonha ou, simplesmente, ficarmos felizes por termos esse conhecimento e, de agora em diante, tentarmos fazer o melhor possível.

     Esta meditação é muito importante quando praticada em conjunto com a meditação da apreciação, uma vez que, à medida que descobrimos nossa felicidade através da apreciação, é com a compreensão da mudança contínua que nos preparamos para os altos e baixos da vida – não importa o quanto tentemos nos segurar às coisas, elas sempre mudam. Da mesma forma, se apenas pensarmos sobre a mudança, sem a apreciação, começamos a nos sentir deprimidos – se tudo muda, por que seguirmos nos esforçando? Apenas vamos nos desapontar. Mas se combinamos as duas meditações, elas criam um bom equilíbrio: apreciamos e desfrutamos o que temos agora e, ao mesmo tempo, compreendemos que nada na vida é permanente.

 

     Essa meditação é muito animadora pois nos ensina a desenvolver nosso próprio sentido de felicidade a partir de nós mesmos. Sempre remove a tralha da mente e nos leva ao que é realmente importante. É uma ótima maneira de começar o dia.

 

Meditação em ação para crianças - novo livro!

Por Vítor Barreto
em 21 Novembro, 2016

Muitos livros de meditação têm sido lançados, inclusive pela Lúcida Letra. No entanto, o foco dos livros, de modo geral, é o público adulto. 

Se para nós, adultos, já é difícil sentar em silêncio e começar um treinamento da mente, imagine para uma criança ou um adolescente? Como seria possível introduzir a ideia do mundo interno, de reconhecer pensamentos e emoções e a agir no mundo de forma mais compassiva, gentil e feliz?

É isso que Susan Kaiser Greenland se propôs a fazer em Meditação em ação para crianças, livro que será lançado agora em novembro. Repleto de atividades, brincadeiras e exercícios, o livro é um precioso presente para as novas gerações de pais, filhos, professores e alunos.

 

 

O projeto gráfico do livro é em duas cores, para dar destaque às atividades e citações. Aspiro que o livro seja de benefício genuíno!

Sumário:

  • Introdução - O novo ABC: atenção, equilíbrio e compaixão
  • Uma oportunidade: utilize a ciência da consciência plena
  • Para começar: compreenda e abasteça sua motivação
  • Tão simples quanto respirar: comece com calma e relaxamento
  • Consciência refinada: aprenda a prestar atenção
  • Consciência afetiva: medite, fale, relacione-se e aja de forma atenta e compassiva
  • Consciência sensorial: desperte para o mundo físico
  • Liberdade emocional: libere-se de pensamentos e sentimentos destrutivos
  • Sintonizar-se com outras pessoas: crie afinação entre pais e filhos
  • E pluribus unum - de muitos, tornar-se um: viva como parte de uma comunidade
  • Epílogo: A partir daqui haverá dragões

 

Clique abaixo para fazer download do PDF da introdução do livro.

 

 

 

 

Felicidade Genuína: Prefácio à edição brasileira (por Lama Padma Samten)

Por Vítor Barreto
em 01 Novembro, 2016
Felicidade Genuína: Prefácio à edição brasileira (por Lama Padma Samten)

Prefácio à edição brasileira

Ao longo do texto, o professor Alan Wallace constrói um caminho muito interessante, apresentando vários métodos, visões e passagens de sua própria vida e de sua interação com grandes mestres de diferentes tradições, cientistas notáveis e praticantes verdadeiros. Ele recebeu ensinamentos e treinou com 60 mestres do Oriente e do Ocidente, em sua maioria mestres tibetanos, mas também mestres de meditação Teravada da Birmânia, da Tailândia e do Sri Lanka, consolidando, assim, uma visão ampla e não sectária.
Aqui, o foco de seus ensinamentos é atingir a felicidade genuína treinando a atenção no cultivo da quiescência meditativa, explorando as quatro aplicações da atenção plena, as quatro incomensuráveis, a ioga dos sonhos e o Dzogchen, culminando no repouso na consciência absolutamente pura do presente imediato. 
Baseado em sua própria experiência, introduz também conselhos muito úteis para estabelecer o Darma do Buda no contexto da vida e estabilizar a lucidez pela maturação progressiva da motivação correta e de bodicita. O seu conhecimento profundo de ciência e da mente ocidental permite que esses ensinamentos preciosos sejam apresentados com autoridade e precisão, em meio a um diálogo intercultural muito rico, com paralelos e exemplos que nos tocam diretamente. O autor fala transpirando a maturidade de sua própria prática, conectando-a com fontes escriturais selecionadas.
Para as pessoas em geral interessadas no tema, bem como para praticantes de abordagens específicas budistas e não budistas e os alunos do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), o texto é muito interessante por ampliar sua visão e sua base de compreensão acerca das múltiplas abordagens da prática de meditação. Ele pode ser usado ainda como um programa progressivo e completo de formação no tema. Trata-se de um precioso referencial para a observação comparativa entre a presente prática de cada um e as várias descrições aqui contidas, a motivação adequada, o posicionamento adequado da mente e da energia de ação e o foco em meio à vida.
Temos hoje no Brasil uma diversidade de escolas tradicionais e muitos professores independentes trazendo contribuições que, mesmo originando-se da mesma raiz dos ensinamentos do Buda, muitas vezes parecem difíceis de harmonizar. Vejo o surgimento da presente publicação como uma abordagem unificadora que traz uma linguagem comum a todas essas expressões.
A Sanga brasileira tem sido muito beneficiada pela presença regular do professor Alan Wallace entre nós, que já percorreu o Brasil de norte a sul e tem também dialogado com o nosso ambiente universitário em diferentes capitais. A sua abordagem, que é especialmente hábil por conhecer em profundidade as origens e os meandros da cultura contemporânea, e por sua inteligência brilhante e compassiva, ajuda poderosamente a configuração da presença do Darma no Brasil. Muitos agradecimentos!
Lama Padma Samten.
Centro de Retiros do CEBB Darmata,
20 de junho de 2014.

Índice de ilustrações - Além do materialismo espiritual

Por Vítor Barreto
em 01 Julho, 2016

Por uma falha na edição, o livro "Além do materialismo espiritual" saiu sem o índice de ilustrações em sua primeira tiragem.

Abaixo a errata:

 

PÁGINA 27. Sengge Dradok. O aspecto de Padmasambhava que ensina com o rugido do leão que subjuga os heréticos da esperança e do medo.

PÁGINA 47. Marpa. Fundador da linhagem Kagyu. Desenhado por Sherab Palden Beru.
PÁGINA 69. Guru Tilopa. Professor de Naropa.
PÁGINA 81. Porco, cobra e galo. Representam estupidez, agressão e paixão.
PÁGINA 97. Lohan. Um arhat em postura de meditação, um discípulo do Buda. Galeria de Arte William Rockhill Nelson, Kansas City, Mo.
PÁGINA 133. A espiral da felicidade.
PÁGINA 145. O retrato do samsara.
PÁGINA 163. Buda Sakyamuni no mudra de terra-por-testemunha, com seus discípulos Shariputra e Mahamaudgalyayana.
PÁGINA 191. Os três bodisatvas principais: Avalokiteshvara, Manjushri, e Vajrapani. Eles representam aspectos do estado iluminado: compaixão, conhecimento e poder.
PÁGINA 211. Prajnaparamita. A mãe de todos os budas, a base de todos os darmas.
PÁGINA 243. Vajradhara e consorte. A personificação do Buda Sakyamuni ensinando o tantra.

Sumário - Além do materialismo espiritual

Por Vítor Barreto
em 01 Julho, 2016
2 comentários

Nota do editor........................................................................... 7

Prefácio..................................................................................11

Introdução..............................................................................17

Materialismo espiritual........................................................... 29

Entrega.................................................................................. 41

O guru....................................................................................49

Iniciação.................................................................................71

Autoengano............................................................................ 83

A via difícil.............................................................................99

A via aberta............................................................................ 113

Senso de humor.....................................................................135

O desenvolvimento do ego......................................................147

Seis reinos............................................................................165

As quatro nobres verdades...................................................... 177

O caminho do bodisatva..........................................................193

Generosidade.........................................................................196

Disciplina................................................................................198

Paciência .............................................................................200

Energia.................................................................................201

Meditação............................................................................ 202

Conhecimento....................................................................... 203

Shunyata...............................................................................213

Prajna e compaixão................................................................233

Tantra.................................................................................. 245

 

Para comprar a versão em e-book, clique aqui. Para comprar a versão impressa, clique aqui.

Comentário de Lama Jigme Lhawang sobre o livro Lótus Branco

Por Vítor Barreto
em 30 Setembro, 2014

Um belo comentário do Lama Jigme Lhawang sobre o livro Lótus Branco:

“A Prece das Sete Linhas invocando Guru Padmasambhava, o iluminado mestre indiano que ajudou a enraizar o budismo nas terras nevadas do Tibete, é recitada por praticamente todas as linhagens e escolas do budismo dos himalaias. O grande erudito e realizado mestre Mipham Rinpoche explica, gradualmente, qual deve ser nosso posicionamento de mente, o cultivo interno ao recitá-la, descrevendo até mesmo os níveis mais avançados de meditação do “Cortar através” (Trekcho) e do “Direto Atravessar” (Togal) da grande tradição Dzogchen nessa instrução de meditação intitulada ‘Lótus Branco’. O comentário de Mipham é uma explanação de como praticar a sadhana de meditação que ele próprio escreveu, chamada “Chuva de Bençãos: Uma Guru Yoga de Padmasambhava”, que aponta o caminho de realização mais rápido no budismo vajrayana, fundado na familiarização e união com a mente do mestre, o reconhecimento da natureza última de Guru Padmasambhava como a nossa verdadeira face primordial. Na Linhagem Drukpa, o grande siddha Shakya Shri adaptou a meditação “Chuva de Bençãos” para ser pratica em nossa tradição na qual esse comentário se torna valioso também para todos os meditantes da grande tradição dos yôguis Dragões.”

— Lama Jigme Lhawang

Buda Rebelde: Tratando a vacuidade como algo comum

Por Vítor Barreto
em 24 Janeiro, 2014
Buda Rebelde: Tratando a vacuidade como algo comum
Abaixo, reproduzo um trecho do livro Buda Rebelde: Na rota da liberdade, de Dzogchen Ponlop Rinpoche.
O livro foi traduzido por Eduardo Pinheiro (Padma Dorje).

Tratando a Vacuidade como Algo Comum

"Quando falamos sobre ausência de eu ou vacuidade, tendemos a transformar essas coisas em filosofia; transformamos todas em algo tão importante e profundo que as tornamos demasiadamente distantes. Transformamos algo que está em nossas mãos em uma noção muito fantástica. Lembramos histórias antigas sobre iogues voando no céu ou caminhando através das paredes, e então pensamos em nossa confusão no momento atual. Essas duas imagens soam muito distantes. Nosso problema é que associamos a realização da vacuidade com indivíduos especiais que possuem capacidades extraordinárias. Porém, se mudarmos um pouco nossa perspectiva, podemos transformar nossas ideias em uma jornada pessoal.

                Devemos ver a vacuidade como algo comum, devemos tratá-la como qualquer outra coisa. A forma com que lidamos com a vacuidade não deve ser diferente da forma com a qual tratamos qualquer outro conceito que analisamos e sobre o qual refletimos. Conhecemos a vacuidade do mesmo jeito que conhecemos o sofrimento e a impermanência – cultivando familiaridade, observando por todos os ângulos, deixando que se comunique conosco. Quando a vacuidade fala conosco, não só a ouvimos, mas a sentimos também. Ela se torna nossa experiência pessoal. Mesmo que possamos estar olhando para livros e usando os métodos especiais da lógica e do raciocínio, ainda assim estamos em contato com ela. No entanto, se não analisarmos a vacuidade, se apenas a tomarmos como um fato sobre o qual “especialistas” discursam, ela não será pessoal, e ficará difícil compreendê-la e levá-la ao âmbito da experiência.

                Quando analisamos qualquer coisa, devíamos mastigar essa coisa do mesmo jeito que mascamos o chiclete. Temos que mascar até que sintamos o sabor completamente. Da mesma forma, quando passamos um tempinho examinando o momento da experiência, começamos a ter uma vivência mais rica da vacuidade. Quando estamos analisando a vacuidade, por exemplo, em vez de simplesmente pensar a respeito dela, podemos nos perguntar: “Onde está o ‘eu’ agora, neste momento? Está na sensação que tenho nas minhas costas enquanto estou sentado aqui? Está no pensamento que surge na minha mente neste momento?” Fazemos isso passo a passo, examinando cada experiência do pensamento, da sensação ou da emoção até que reconheçamos sua qualidade de ausência do eu. Dessa forma, começamos a sentir o gosto da vacuidade. É esse gosto que importa, porque ele nos inspira. Ele vai contra nossa resistência à vacuidade e corrige nossos enganos a respeito dela."

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